Biografia

Sad Theory é uma banda curitibana de Death Metal, fundada em 1998. Manteve-se ativa em seus trabalhos de estúdio, lançando os álbuns “The Lady & the Torch” (Megahard – 2002) “A Madrigal of Sorrow” (Die Hard – 2004), “Biomechanical” (Die Hard – 2006) e “Descrítica Patológica” (Die Hard – 2008, seu lançamento se deu apenas em 2012, devido ao hiato da banda iniciado naquele ano). Nesse período, a banda fez diversos e importantes shows, como abertura para Blaze Bailey, Nevermore, Vader, WASP, Krisiun entre outras bandas nacionais.

A banda encerrou as atividades em 2008, após divergências entre os membros. Nesse hiato, os ex-membros dedicaram-se às suas respectivas carreiras, bem como outros projetos musicais. A banda tinha como diferencial já nessa época um zelo maior pelo conteúdo lírico, contendo referências de literatura e outras formas de arte. O som foi aos poucos evoluindo e os arranjos, inicialmente mais intrincados e neoclássicos, foram dando lugar a maiores influências de Metal Extremo e do Gothenburg Sound, que floresceu na Suécia em meados dos anos 90

Em 2013 Alysson Irala e Guga Rovel reuniram-se para discutir canções do que a princípio seria um novo projeto, mas que logo acabou se tornando o quinto álbum de estúdio do Sad Theory, com a bênção dos membros anteriores.

O resultado foi “Vérmina Audioclastia Póstuma” (Independente – 2015), o primeiro álbum inteiramente conceitual do Sad Theory, que através de uma escala utilizada em Oncologia (Karnofsky) descreve a jornada de um indivíduo desde sua saúde perfeita até a lenta instalação da enfermidade e a chegada da morte.

Logo após o lançamento do quinto álbum, Daniel Franco foi efetivado na banda como baixista. Visando a volta aos palcos para sua divulgação, Wenttor Collete e Jefferson Verdani passaram a fazer parte do Sad Theory. As apresentações iniciaram no final de 2016, marcando a volta da banda à cena curitibana.

A Mindscrape Music lançou “Entropia Humana Final” em 2017, o sexto álbum da banda e o terceiro com letras totalmente em português, retratando temas como loucura, opressão, ponerologia, assassinatos e genocídios, relacionando-os a fatos históricos fatídicos e reais.

Em fevereiro de 2019 a banda lança o seu sétimo registro, sendo o primeiro ao vivo. Batizado de “Audioclastia Humana”, trata-se da apresentação da banda na terceira edição do prestigioso festival Maniacs Metal Meeting, em 01/12/2018, contendo composições dos 2 álbuns mais recentes. Num primeiro momento, o lançamento se restringirá às plataformas digitais. Confira!

Entropia Humana Final (teaser)